SC registra aglomerações em supermercados durante lockdown

Entidades garantem que não há indícios de desabastecimento no estado


Por Catanduvas Online

27/02/2021 17:30



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Santa Catarina vive um UM FIM DE SEMANA DE LOCKDOW. Comércio de rua, shoppings, bares, restaurantes e todos os serviços que não são considerados essenciais estão, ou pelo menos deveriam ficar, fechados.

 

A decisão é mais uma medida do governo do Estado para frear o avanço do coronavírus. O objetivo era fazer a população ficar em casa e assim evitar o contágio da doença.

 

O que se viu em algumas cidades catarinenses, no entanto, foram pessoas lotando supermercados – considerados essenciais – com medo de um possível desabastecimento.

 

Apesar da preocupação por parte dos consumidores, o presidente da Acats (Associação Catarinense de Supermercados), Francisco Antônio Crestani, garante que não há qualquer indício de desabastecimento em Santa Catarina.

 

“As pessoas pode ficar tranquilas. Aquelas dificuldades que tivemos no final do ano passado de faltas pontuais de mercadorias, até por falta de embalagens, não temos mais. Não há motivo para desabastecimento”, diz Crestani.

 

O presidente disse ainda que muitas pessoas foram aos supermercados pois não buscaram informar-se sobre quais serviços seriam proibidos durante o lockdown. Segundo Crestani, o movimento maior nos estabelecimentos foi registrado durante a noite de sexta-feira (26) e manhã deste sábado (27).

 

Ele garantiu, no entanto, que os supermercados estão seguindo as normas sanitárias previstas por decretos estaduais e municipais. “Ninguém quer correr o risco da loja ser fechada. Todo mundo está conscientizado que, queira ou não, envolve a nossa saúde” complementou.

 


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Lockdown em SC

 

Durante este e o próximo fim de semana, Santa Catarina estará em lockdown. Entre 23h de sexta-feira e 6h de segunda-feira, apenas serviços considerados essenciais podem funcionar no estado.

 

O decreto autoriza o comércio de alimentos e bebidas por bares, cafés e similares somente por delivery ou retirada no local. Polícia Militar, Polícia Civil e Bombeiros fazem a fiscalização das medidas.

 

ND+